domingo, 17 de novembro de 2013

Fogo

Água a ferver, sob o lume de brasas e chamas que se expandem
na  tua pele desnuda, quente e suada pelo vapor de água,
dois corpos e duas almas a dançar dentro da fervura,
caldo de alquimia e desatino com um suave sabor de harmonia.

Posso morrer mil vezes na penumbra de todos os sonhos,
angústia e quedas de abismo, por entre todos os mortos,
existir apenas no esquecimento dos vivos,
quero ser aquilo que sou agora contigo.

1 comentário:

Red Angel disse...

Ser-se exactamente aquilo que queremos ser, é um feito do tamanho do mundo... São um conjunto enorme de pequenas e grandes batalhas com sabor final a vitória.
Parabéns!